Ativa o menu
Toggle preferences menu
Alternar menu pessoal
Não autenticado(a)
Your IP address will be publicly visible if you make any edits.

Demacia: mudanças entre as edições

De Runas & Campeões
m Substituição de texto - "home=Página_Principal|" por "home=Página_Principal#Runas_&_Campeões|"
mSem resumo de edição
 
(3 revisões intermediárias por um outro usuário não estão sendo mostradas)
Linha 1: Linha 1:
{{PAGEBANNER:Demacia-banner.jpeg|link=}}{{NavegadorRnc|home=Página_Principal#Runas_&_Campeões|home-img=Logo RnC.png|proxima=Freljord|anterior=Bandópolis}}
{{PAGEBANNER:Demacia-banner.jpeg|link=}}{{NavegadorRnc|home=Página_Principal#Runas_&_Campeões|home-img=Logo RnC.png|proxima=Freljord|anterior=Bandópolis}}
<div class="loretext">
<div class="loretext">
“Em um reino imponente e legítimo com uma prestigiosa história militar, os habitantes de Demacia sempre colocaram os ideais de justiça, honra e dever acima de tudo, orgulhando-se intensamente de sua herança cultural. No entanto, apesar desses nobres princípios, essa grande nação autossuficiente foi se tornando cada vez mais fechada e isolacionista nos últimos séculos.”
"São os nossos lares, nossas famílias, nossos companheiros em combate. É o nosso orgulho, nossa honra, nossa força. Hoje, por sua defesa e existência, lutaremos bradando o seu nome: DEMACIA!" – Sargento da Vanguarda
</div>
</div>


A história de Demacia e sua cultura decorre do cataclismo das Guerras Rúnicas. Onde os sobreviventes que fugiram do conflito se aventuraram no oeste de Valoran com a esperança de estabelecer segurança longe do caos. Alguns dizem que foi enquanto um culto de magos das trevas aterrorizava esses sobreviventes deslocados, que eles se esconderam em uma floresta antiga e petrificada, onde os feiticeiros que os perseguiam de repente descobriram que sua magia era ineficaz pela floresta estranha. Decidindo aproveitar o poder único desse ambiente, esses refugiados estabeleceram uma residência permanente.
Em um reino erguido com o propósito de proteger seu povo da ameaça mágica das Guerras Rúnicas, os filhos de Demacia sempre ergueram os estandartes de justiça, honra e dever acima de tudo, imbuídos de um orgulho inabalável por sua rica herança cultural. Contudo, apesar desses nobres princípios, essa grandiosa nação autossuficiente viu-se envolta em um véu de isolacionismo nos últimos séculos, apesar de sua imponente e nobre postura.


Eventualmente, o conhecimento desse novo e curioso reino chegou a outros refugiados, que vieram em busca de asilo e solidariedade da magia que estava devastando o resto de Runeterra. Em pouco tempo, os colonos unidos construíram uma comunidade considerável, aliada sob uma nova nação que viriam a chamar de Demacia.
Hoje, Demacia enfrenta uma encruzilhada sombria.


==O Reino de Demacia==
A capital, a imponente Grande Cidade de Demacia, surgiu como um bastião contra os resquícios da feitiçaria que assolaram as Guerras Rúnicas, erguida sobre a misteriosa petricita – uma pedra branca peculiar que anula qualquer energia mágica. Dali, a linhagem real, ao longo dos séculos, jurou defender as cidades distantes, vilarejos pitorescos, fazendas exuberantes, florestas densas e montanhas repletas de riquezas minerais.
A maior cidade do Reino, a Grande Cidade de Demacia, localizada na parte ocidental de Demacia, é o principal centro político, cultural, religioso, militar, econômico e educacional do país. Demacia se vê como um farol brilhante de esperança para a humanidade e, como tal, a nação e sua capital são as representações visuais desse conceito.  


Torres altas pontuam seu horizonte; Petricita (uma pedra pálida e resistente à magia) e mármore são os materiais de sua arquitetura. As casas nobres que residem na cidade incluem Buvelle, Stemmaguarda e Laurent. O Palácio Real da Casa Lumescudo é onde reina o rei de Demacia. A cidade também possui um quartel e uma penitenciária, como a maioria das cidades do reino. A própria Capital fica ao lado de um porto com vista para o Mar do Conquistador, com a maioria das cidades vizinhas descansando em um platô.
No entanto, com o assassinato do rei Jarvan III, as outras casas nobres hesitam em reconhecer seu único herdeiro, o jovem príncipe Jarvan IV. Uma sombra paira sobre a sucessão, enquanto aqueles que vivem além das fronteiras fortificadas são olhados com crescente desconfiança.  


:'''Complexo dos Caçadores de Magos'''. Uma grande sede para os Caçadores de Magos, este edifício se destaca por sua impressionante águia de mármore colossal no topo do edifício. Também abriga magos Demacianos que são presos e trancados para não causar estragos e destruição na Capital.
Em uma era de incertezas, antigos aliados buscam abrigo em terras distantes, insinuando que a gloriosa era de Demacia já se desvanecera. A menos que o povo de Demacia esteja disposto a aceitar a mutabilidade de um mundo em constante transformação – uma tarefa muitos consideram intransponível –, a queda do reino parece inevitável.
:'''Os Iluminadores'''. Ordem clandestina sediada na cidade, os Iluminadores são um dos poucos grupos em Demacia onde os magos são aceitos; os membros têm a tarefa de proteger as fronteiras do reino.
:'''Registro Arcano'''. Uma grande biblioteca segura que abriga todos os tomos mágicos, pergaminhos e outros materiais confiscados. Apenas nobres e nobres têm acesso permitido. Há pelo menos um cofre trancado que contém os pergaminhos que compõem os textos originais de Durand, como as especificações de design de Galio.
:'''Templo das Portadores da Luz'''. Uma das estruturas mais antigas da capital, este templo homenageia a lenda das Protetoras Aladas, que incorporam os ideais demacianos de dever, honra e tradição.


==Nomes e Sobrenomes==
== A Petricita ==
Demacia tem um sistema variado de distinguir seus indivíduos e unidades familiares. A nobreza demaciana tem sobrenomes para suas famílias (Laurent, Lumescudo, Stemmaguarda). Para um nobre, o sobrenome de sua família tem um grande significado. Dependendo da reputação da família, um sobrenome pode ter grande poder político e respeito na sociedade, ou vergonha e ridículo.
Ao norte da Grande Cidade de Demacia, ergue-se uma vasta floresta de árvores petrificadas, cuja peculiar natureza confere-lhes uma propriedade extraordinária: a capacidade de absorver magia. Esse presente da natureza, conhecido como Petricita, desempenhou um papel vital na forja do grandioso reino de Demacia.


Os plebeus, especialmente aqueles de posições sociais mais baixas, não têm sobrenomes, pois as unidades familiares distintivas dos plebeus não têm grande significado na política demaciana mais ampla. Indivíduos como Cithria, Sylas e Quinn são diferenciados entre outros com o mesmo nome, referindo-se a eles por seus nomes bem como seu local de nascimento: Cithria de Campinuvem, Sylas de Dregbourne, Quinn de Uwendale. Embora esta seja a forma mais comum de diferenciar indivíduos de origem não nobre, um plebeu que ganha notoriedade em seu campo de trabalho ou por seus atos também pode passar a ser referido por um título ganho ou dado.
Dotada dessa propriedade singular, um grupo de refugiados das devastadoras Guerras Rúnicas encontrou abrigo no oeste do continente de Valoran, estabelecendo um modesto assentamento. Este refúgio foi concebido como uma barreira contra os malevolentes magos que desencadearam o conflito que quase aniquilou o mundo de Runeterra.


==Dogma Demaciano==
Ao longo dos séculos, a Petricita tornou-se uma presença constante na arquitetura demaciana, moldando não apenas as construções da Grande Cidade, mas também a própria essência da nação. Habilidosos artesãos descobriram maneiras de fundir a substância com o aço, criando uma união formidável que conferia às tropas demacianas uma defesa robusta contra os ardis da magia.
Do santuário natural do oeste de Valoran, uma nova nação ambiciosa foi construída, onde todos eram bem-vindos, independentemente da posição ou origem, desde que contribuíssem para o bem de todos. No entanto, apesar do início nobre do país, os ideais de Demacia se distorceram ao longo dos séculos, eles ainda são movidos por uma causa comum para disseminar benevolência e ordem para a melhoria de seu país. Enquanto se orgulham de serem as vanguardas morais de Valoran, com sua força, coragem e união. Mas adotaram medidas aparentemente draconianas para garantir que seu código moral continue sendo o único código pelo qual se pode viver e prosperar dentro do reino.


Qualquer tipo de crime é punido com severidade: não há contravenções dentro de Demacia. Alguns detratores de Demacia (que criticam longe do alcance da nação) afirmam isso como prova de sua hipocrisia inerente. Os demacianos contrariam esse argumento apontando que seu sistema de justiça incorpora benevolência e mitigação em seus veredictos. Ninguém é punido sem consideração justa e justa das circunstâncias envolvidas. Enquanto outros podem continuar a criticar a dureza da lei demaciana, os demacianos mantêm suas convicções.
Um dos feitos mais notáveis, uma verdadeira epopeia em pedra, foi a criação do imponente colosso conhecido como Galio. Forjado pelas mãos de Durand, Galio não é apenas uma estátua monumental, mas uma entidade que ganhou vida, erguendo-se como um guardião imponente que, sempre que necessário, responde ao chamado para proteger as fronteiras de Demacia contra invasões e ameaças mágicas. Assim, a Petricita, com sua magia inerente, se entrelaça com a própria essência e história viva do reino, moldando o destino de Demacia ao longo dos séculos.


==Trepidação de Demacia==
== As Protetoras Aladas ==
A magia é particularmente rara em Demacia, seu povo foi criado em contos folclóricos sobre magos das trevas e magias poderosas que quase destruiram o mundo. Naturalmente, eles suspeitaram de seu poder em todas as formas. Onde esse medo na magia destrutiva se estendeu até a desconfiança em pessoas estrangeiras, que floresceu uma nação insular que se recusa a ser inclusiva com o resto do mundo. As Leis de Pedra ditam que qualquer cidadão ou estrangeiro aceito dentro das muralhas de Demacia, se for um mago, não possui permissão para usar suas habilidades mágicas.
Em tempos imemoriais, quando as raízes de Demacia estavam sendo entrelaçadas, uma lenda ancestral emergiu, moldando a fundação do reino e guiando a forja de suas leis e valores através dos séculos. Conhecida como o Cântico das Irmãs Aladas, esta narrativa não apenas pavimentou o caminho para o surgimento de Demacia, mas também incutiu o temor do imprevisível poder mágico nos corações daqueles que ouviam suas palavras.


A nação esconde uma população de magos cada vez maior removendo indivíduos mágicos da sociedade pública. Aqueles descobertos com a "aflição da magia" são expulsos de Demacia, voltados para os Caçadores de Magos do Reino, ou os Iluminadores, ordens secretas encarregadas de proteger Demacia da magia. Os desafortunados, como os magos rebeldes, são colocados em prisões seguras de Petricita, especialmente projetadas para anular as habilidades mágicas de seus prisioneiros.
O mito ancestral retrata o nascimento das gêmeas celestiais, Kayle e Morgana, que surgiram sob a abóbada estrelada, uma na Luz e outra na Sombra. Ambas chegando a Demacia, uma terra então inexplorada, onde os alicerces de seu reino ainda estavam por serem lançados.


Alguns magos conseguiram escapar da prisão depois de perceberem as verdadeiras capacidades da Petricita, como Sylas. Esses rebeldes iniciaram uma Revolução dos Magos para derrubar o governo tirânico anti-mago. Devido a ações mais rígidas até mesmo contra os menos dotados magicamente, muitas famílias e comunidades também se levantaram contra as leis e regulamentos arcaicos da nação.
Morgana, envolta em mistério e sombras, tornou-se conhecida como a Mulher Velada, uma figura paria cujas explosões e clamores por redenção a levaram ao exílio. No entanto, mesmo diante de seu ostracismo, alguns demacianos, em busca de orientação e perdão, continuam a criar totens em sua honra.


==Militarismo==
Enquanto o mito de Morgana persiste com certa dificuldade, o legado de Kayle resplandece com intensidade nos corações e mentes dos demacianos, carregando consigo os valores supremos de honra e tradição que moldaram a essência do reino. Assim, o Cântico das Irmãs Aladas permanece como uma luz guia, iluminando o caminho de Demacia ao longo dos séculos.
O exército demaciano é um dos mais fortes de toda Valoran, e até recentemente era a única força capaz de conter a fome da máquina militar que é Noxus. Noxus tem sido o inimigo jurado de Demacia desde que ambos os assentamentos foram fundados há centenas de anos. Seu conflito é, em sua essência, moral. Com essa divisão noite-e-dia da filosofia moral entre Demacia e Noxus, não é difícil ver o porquê Demacia vê seus requisitos militares como uma necessidade vital para a sobrevivência.  


Todo cidadão demaciano é obrigado a servir nas forças armadas por pelo menos três anos. Mesmo após esse período, a maioria dos Demacianos permanece ativa na reserva militar da nação.
== Os Caçadores de Magos ==
Criados com o propósito nobre de salvaguardar o povo de Demacia contra magos perigosos e malignos, os Caçadores de Magos emergiram como uma influência marcante no reino, moldando a política e os rumos da nação. Entretanto, ao longo dos séculos, a essência original da ordem se perdeu, transformando-a de uma força protetora em uma caçada desenfreada a qualquer manifestação mágica, amplificando o temor que o povo demaciano nutria em relação à magia.


O exército de Demacia está muitas vezes em menor número, mas é sem dúvida o exército de elite mais bem treinado de Runeterra. A determinação dos militares de Demacia é alternadamente celebrada ou desprezada, mas sempre respeitada.  
Em tempos passados, para enganar a vigilância dos Caçadores, utilizavam-se artifícios criativos para disfarçar objetos relacionados à magia. Com o decorrer do tempo, a verdadeira natureza desses itens pode ter se obscurecido, sendo herdada pelas gerações subsequentes sob a forma de objetos inofensivos como bengalas, bastões e cetros.


Seu código moral de "tolerância zero" é estritamente mantido por civis e soldados. Em combate, isso significa que as tropas demacianas não podem dar desculpas, fugir ou se render. Milhares de grandes heróis surgiram e caíram nos sangrentos campos de batalha entre Demacia e seu rival proeminente, Noxus.
Antes do decreto que encerrou suas atividades, os infames Caçadores de Magos receberam a tarefa de erradicar todo e qualquer vestígio de conhecimento e prática de feitiçaria. A caçada, realizada até mesmo entre os próprios demacianos, gerou um crescente ressentimento entre a população, semeando as sementes de uma revolução liderada por Sylas de Dregbourne. Esse jovem mago, aprisionado durante a adolescência e mantido em isolamento por mais de 15 anos, se tornou um ícone da resistência.


==A Monarquia==
A intervenção de Luxanna, uma filha da proeminente família Stemmaguarda dotada do dom da magia, desencadeou uma reviravolta na trama. Visitando a cela de Sylas, ela foi persuadida a contrabandear livros da biblioteca familiar, revelando segredos descobertos por Durand sobre a verdadeira natureza da Petricita que o aprisionava.
Demacia é uma monarquia constitucional, onde o rei de Demacia atua como chefe de estado e um conselho eleito atua como órgão legislativo. Enquanto o rei é um governante forte, ele é mantido sob controle pelo menos parcialmente pelo Conselho Demaciano.  


O ex-Rei de Demacia, Jarvan III, trabalhou seriamente com o Conselho Demaciano para garantir que a santidade do reino permanecesse pura e verdadeira. Um rei serve não apenas como líder político do país, mas também como comandante chefe de suas forças armadas. Os numerosos territórios controlados pelo Reino são conhecidos como Protetorados.
Ao compreender as propriedades reais de armazenamento de magia da substância, Sylas conseguiu escapar da prisão, desencadeando uma série de eventos que culminou na queda dos Caçadores de Magos, na morte do Rei Jarvan III e na reavaliação dos valores fundamentais de Demacia. Assim, os alicerces da nação foram abalados, trazendo à tona uma era de transformação e questionamento para o reino.


Desde o governo de Jarvan I, não houve tentativa de golpe ou rebelião de qualquer tipo em Demacia. Isso mudou quando o mago conhecido como Sylas de Dregbourne começou sua revolução logo após sua fuga da prisão dos Caçadores de Magoas, o que pode ter levado à morte de Jarvan III. A atual e única pessoa próxima na linha de sucessão ao trono é Jarvan IV, que em breve será o Rei Jarvan.
== Exército de Elite ==
Em meio às vastas terras de Demacia, onde os exércitos de Noxus e as tribos guerreiras de Freljord impõem sua presença numerosa, os soldados demacianos se destacam como uma força poderosa e altamente treinada. A cultura de honra e disciplina impregnada em cada cidadão, desde a infância, molda um exército que não apenas defende seu reino, mas também abraça valores como coragem, respeito, justiça e piedade.


{{NavegadorRnc|home=Página_Principal#Runas_&_Campeões|home-img=Logo RnC.png|proxima=Freljord|anterior=Bandópolis}}
No coração desse formidável exército encontra-se a Vanguarda Destemida, o batalhão de elite liderado por Garen Stemmaguarda, sobrinho da respeitada Alta Marechal Tianna Stemmaguarda. Com uma força que atinge a grandiosa marca de mais de dois mil soldados em sua capacidade máxima, a Vanguarda Destemida personifica o auge da habilidade e devoção à causa demaciana.
 
Cada batalhão, dentro do vasto exército, é composto por uma variedade de unidades especializadas, desde batedores e cavaleiros-patrulheiros até duelistas habilidosos e os temíveis Cavaleiros de Rapina, guerreiros montados nas poderosas Rapinas Prateadas. Nativas das alturas dos penhascos, essas aves de rapina selvagens são predadores formidáveis, capazes de abater comboios militares inteiros, tornando a tarefa de estabelecer um vínculo com essas criaturas majestosas um desafio monumental.
 
== O Reino de Demacia ==
Os vastos territórios de Demacia se estendem em uma sinfonia de vegetação exuberante, onde os medos relacionados à alimentação são meramente sombras fugazes. Sob os céus demacianos, as plantações florescem abundantemente, garantindo uma oferta farta para o seu povo.
 
As construções que pontilham a paisagem demaciana refletem uma estética minimalista, quase austera, porém permeada por uma elegância e fantasia incomparáveis. Erguidas predominantemente com a nobre Pedra de Petricita, essas edificações ostentam telhados azuis arredondados, conferindo-lhes um charme distinto.
 
Ao percorrer as amplas alamedas demacianas, é impossível não se encantar com a arquitetura arrebatadora que compõe o lar dessa sociedade. Demacia, abraçando paradoxos, revela-se simultaneamente aberta e fechada, uma terra onde os habitantes buscam superar seus próprios temores.
<div class="tabulado">
=== Sobrenomes Demacianos ===
Em Demacia, a tapeçaria social é entrelaçada com uma variedade de sobrenomes que delineiam não apenas indivíduos, mas também as distinções entre as nobrezas. Nas altas esferas, famílias como os Laurent, Lumescudo e Stemmaguarda ostentam sobrenomes de significado profundo. A reputação dessas famílias pode conceder-lhes poder político e respeito, ou, inversamente, expô-las ao escárnio e à desonra na complexa sociedade demaciana.
 
Enquanto isso, os plebeus, especialmente os pertencentes às camadas mais baixas, não compartilham do mesmo privilégio de sobrenomes, uma vez que as unidades familiares distintas entre eles não carregam o peso político significativo. Cithria, Sylas e Quinn, entre outros, são diferenciados não por sobrenomes, mas por seus nomes e locais de origem, como Cithria de Campinuvem, Sylas de Dregbourne e Quinn de Uwendale. Contudo, se um plebeu alcançar notoriedade em seu campo ou por suas ações, poderá ser agraciado com um título distintivo, tornando-se assim uma figura reconhecida em sua comunidade.
 
=== A Monarquia ===
Nas terras majestosas de Demacia, a monarquia rege sob uma constituição única, onde o rei se destaca como o supremo chefe de estado, enquanto um conselho desempenha um papel mais legislativo. A autoridade do rei, embora imponente, encontra-se cuidadosamente equilibrada pelo Conselho Demaciano, um órgão representativo do povo e suas aspirações.
 
O reinado anterior, sob o comando de Jarvan III, testemunhou um esforço dedicado para preservar a pureza e a verdade da sacralidade demaciana. Além de sua posição como líder político, o rei também assume o papel de comandante supremo das forças armadas, garantindo que a integridade do reino seja mantida sob sua orientação vigilante.
</div>

Edição atual tal como às 17h15min de 14 de fevereiro de 2025

"São os nossos lares, nossas famílias, nossos companheiros em combate. É o nosso orgulho, nossa honra, nossa força. Hoje, por sua defesa e existência, lutaremos bradando o seu nome: DEMACIA!" – Sargento da Vanguarda

Em um reino erguido com o propósito de proteger seu povo da ameaça mágica das Guerras Rúnicas, os filhos de Demacia sempre ergueram os estandartes de justiça, honra e dever acima de tudo, imbuídos de um orgulho inabalável por sua rica herança cultural. Contudo, apesar desses nobres princípios, essa grandiosa nação autossuficiente viu-se envolta em um véu de isolacionismo nos últimos séculos, apesar de sua imponente e nobre postura.

Hoje, Demacia enfrenta uma encruzilhada sombria.

A capital, a imponente Grande Cidade de Demacia, surgiu como um bastião contra os resquícios da feitiçaria que assolaram as Guerras Rúnicas, erguida sobre a misteriosa petricita – uma pedra branca peculiar que anula qualquer energia mágica. Dali, a linhagem real, ao longo dos séculos, jurou defender as cidades distantes, vilarejos pitorescos, fazendas exuberantes, florestas densas e montanhas repletas de riquezas minerais.

No entanto, com o assassinato do rei Jarvan III, as outras casas nobres hesitam em reconhecer seu único herdeiro, o jovem príncipe Jarvan IV. Uma sombra paira sobre a sucessão, enquanto aqueles que vivem além das fronteiras fortificadas são olhados com crescente desconfiança.

Em uma era de incertezas, antigos aliados buscam abrigo em terras distantes, insinuando que a gloriosa era de Demacia já se desvanecera. A menos que o povo de Demacia esteja disposto a aceitar a mutabilidade de um mundo em constante transformação – uma tarefa muitos consideram intransponível –, a queda do reino parece inevitável.

A Petricita

Ao norte da Grande Cidade de Demacia, ergue-se uma vasta floresta de árvores petrificadas, cuja peculiar natureza confere-lhes uma propriedade extraordinária: a capacidade de absorver magia. Esse presente da natureza, conhecido como Petricita, desempenhou um papel vital na forja do grandioso reino de Demacia.

Dotada dessa propriedade singular, um grupo de refugiados das devastadoras Guerras Rúnicas encontrou abrigo no oeste do continente de Valoran, estabelecendo um modesto assentamento. Este refúgio foi concebido como uma barreira contra os malevolentes magos que desencadearam o conflito que quase aniquilou o mundo de Runeterra.

Ao longo dos séculos, a Petricita tornou-se uma presença constante na arquitetura demaciana, moldando não apenas as construções da Grande Cidade, mas também a própria essência da nação. Habilidosos artesãos descobriram maneiras de fundir a substância com o aço, criando uma união formidável que conferia às tropas demacianas uma defesa robusta contra os ardis da magia.

Um dos feitos mais notáveis, uma verdadeira epopeia em pedra, foi a criação do imponente colosso conhecido como Galio. Forjado pelas mãos de Durand, Galio não é apenas uma estátua monumental, mas uma entidade que ganhou vida, erguendo-se como um guardião imponente que, sempre que necessário, responde ao chamado para proteger as fronteiras de Demacia contra invasões e ameaças mágicas. Assim, a Petricita, com sua magia inerente, se entrelaça com a própria essência e história viva do reino, moldando o destino de Demacia ao longo dos séculos.

As Protetoras Aladas

Em tempos imemoriais, quando as raízes de Demacia estavam sendo entrelaçadas, uma lenda ancestral emergiu, moldando a fundação do reino e guiando a forja de suas leis e valores através dos séculos. Conhecida como o Cântico das Irmãs Aladas, esta narrativa não apenas pavimentou o caminho para o surgimento de Demacia, mas também incutiu o temor do imprevisível poder mágico nos corações daqueles que ouviam suas palavras.

O mito ancestral retrata o nascimento das gêmeas celestiais, Kayle e Morgana, que surgiram sob a abóbada estrelada, uma na Luz e outra na Sombra. Ambas chegando a Demacia, uma terra então inexplorada, onde os alicerces de seu reino ainda estavam por serem lançados.

Morgana, envolta em mistério e sombras, tornou-se conhecida como a Mulher Velada, uma figura paria cujas explosões e clamores por redenção a levaram ao exílio. No entanto, mesmo diante de seu ostracismo, alguns demacianos, em busca de orientação e perdão, continuam a criar totens em sua honra.

Enquanto o mito de Morgana persiste com certa dificuldade, o legado de Kayle resplandece com intensidade nos corações e mentes dos demacianos, carregando consigo os valores supremos de honra e tradição que moldaram a essência do reino. Assim, o Cântico das Irmãs Aladas permanece como uma luz guia, iluminando o caminho de Demacia ao longo dos séculos.

Os Caçadores de Magos

Criados com o propósito nobre de salvaguardar o povo de Demacia contra magos perigosos e malignos, os Caçadores de Magos emergiram como uma influência marcante no reino, moldando a política e os rumos da nação. Entretanto, ao longo dos séculos, a essência original da ordem se perdeu, transformando-a de uma força protetora em uma caçada desenfreada a qualquer manifestação mágica, amplificando o temor que o povo demaciano nutria em relação à magia.

Em tempos passados, para enganar a vigilância dos Caçadores, utilizavam-se artifícios criativos para disfarçar objetos relacionados à magia. Com o decorrer do tempo, a verdadeira natureza desses itens pode ter se obscurecido, sendo herdada pelas gerações subsequentes sob a forma de objetos inofensivos como bengalas, bastões e cetros.

Antes do decreto que encerrou suas atividades, os infames Caçadores de Magos receberam a tarefa de erradicar todo e qualquer vestígio de conhecimento e prática de feitiçaria. A caçada, realizada até mesmo entre os próprios demacianos, gerou um crescente ressentimento entre a população, semeando as sementes de uma revolução liderada por Sylas de Dregbourne. Esse jovem mago, aprisionado durante a adolescência e mantido em isolamento por mais de 15 anos, se tornou um ícone da resistência.

A intervenção de Luxanna, uma filha da proeminente família Stemmaguarda dotada do dom da magia, desencadeou uma reviravolta na trama. Visitando a cela de Sylas, ela foi persuadida a contrabandear livros da biblioteca familiar, revelando segredos descobertos por Durand sobre a verdadeira natureza da Petricita que o aprisionava.

Ao compreender as propriedades reais de armazenamento de magia da substância, Sylas conseguiu escapar da prisão, desencadeando uma série de eventos que culminou na queda dos Caçadores de Magos, na morte do Rei Jarvan III e na reavaliação dos valores fundamentais de Demacia. Assim, os alicerces da nação foram abalados, trazendo à tona uma era de transformação e questionamento para o reino.

Exército de Elite

Em meio às vastas terras de Demacia, onde os exércitos de Noxus e as tribos guerreiras de Freljord impõem sua presença numerosa, os soldados demacianos se destacam como uma força poderosa e altamente treinada. A cultura de honra e disciplina impregnada em cada cidadão, desde a infância, molda um exército que não apenas defende seu reino, mas também abraça valores como coragem, respeito, justiça e piedade.

No coração desse formidável exército encontra-se a Vanguarda Destemida, o batalhão de elite liderado por Garen Stemmaguarda, sobrinho da respeitada Alta Marechal Tianna Stemmaguarda. Com uma força que atinge a grandiosa marca de mais de dois mil soldados em sua capacidade máxima, a Vanguarda Destemida personifica o auge da habilidade e devoção à causa demaciana.

Cada batalhão, dentro do vasto exército, é composto por uma variedade de unidades especializadas, desde batedores e cavaleiros-patrulheiros até duelistas habilidosos e os temíveis Cavaleiros de Rapina, guerreiros montados nas poderosas Rapinas Prateadas. Nativas das alturas dos penhascos, essas aves de rapina selvagens são predadores formidáveis, capazes de abater comboios militares inteiros, tornando a tarefa de estabelecer um vínculo com essas criaturas majestosas um desafio monumental.

O Reino de Demacia

Os vastos territórios de Demacia se estendem em uma sinfonia de vegetação exuberante, onde os medos relacionados à alimentação são meramente sombras fugazes. Sob os céus demacianos, as plantações florescem abundantemente, garantindo uma oferta farta para o seu povo.

As construções que pontilham a paisagem demaciana refletem uma estética minimalista, quase austera, porém permeada por uma elegância e fantasia incomparáveis. Erguidas predominantemente com a nobre Pedra de Petricita, essas edificações ostentam telhados azuis arredondados, conferindo-lhes um charme distinto.

Ao percorrer as amplas alamedas demacianas, é impossível não se encantar com a arquitetura arrebatadora que compõe o lar dessa sociedade. Demacia, abraçando paradoxos, revela-se simultaneamente aberta e fechada, uma terra onde os habitantes buscam superar seus próprios temores.

Sobrenomes Demacianos

Em Demacia, a tapeçaria social é entrelaçada com uma variedade de sobrenomes que delineiam não apenas indivíduos, mas também as distinções entre as nobrezas. Nas altas esferas, famílias como os Laurent, Lumescudo e Stemmaguarda ostentam sobrenomes de significado profundo. A reputação dessas famílias pode conceder-lhes poder político e respeito, ou, inversamente, expô-las ao escárnio e à desonra na complexa sociedade demaciana.

Enquanto isso, os plebeus, especialmente os pertencentes às camadas mais baixas, não compartilham do mesmo privilégio de sobrenomes, uma vez que as unidades familiares distintas entre eles não carregam o peso político significativo. Cithria, Sylas e Quinn, entre outros, são diferenciados não por sobrenomes, mas por seus nomes e locais de origem, como Cithria de Campinuvem, Sylas de Dregbourne e Quinn de Uwendale. Contudo, se um plebeu alcançar notoriedade em seu campo ou por suas ações, poderá ser agraciado com um título distintivo, tornando-se assim uma figura reconhecida em sua comunidade.

A Monarquia

Nas terras majestosas de Demacia, a monarquia rege sob uma constituição única, onde o rei se destaca como o supremo chefe de estado, enquanto um conselho desempenha um papel mais legislativo. A autoridade do rei, embora imponente, encontra-se cuidadosamente equilibrada pelo Conselho Demaciano, um órgão representativo do povo e suas aspirações.

O reinado anterior, sob o comando de Jarvan III, testemunhou um esforço dedicado para preservar a pureza e a verdade da sacralidade demaciana. Além de sua posição como líder político, o rei também assume o papel de comandante supremo das forças armadas, garantindo que a integridade do reino seja mantida sob sua orientação vigilante.