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Targon: mudanças entre as edições

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“O Monte Targon é a mais imponente montanha de Runeterra; uma torre gigantesca de rochas endurecidas pelo sol em meio a uma variedade de cumes. Nada igual em escala em qualquer lugar do mundo. Localizado longe da civilização, o Monte Targon é deveras remoto e impossível de alcançar, exceto pelos exploradores mais determinados. Muitas lendas estão ligadas ao Monte Targon e, assim como qualquer lugar que pertence a um mito, é um farol para sonhadores, loucos e exploradores em busca de aventura.
Diante do portão do Reino Celestial é possível encontrar o guardião cristalino de Targon. Muitas coisas se esvaem na presença dele: esperança, dúvida, medo. Suas provações acabam com preocupações mortais e revelam completamente a essência da alma de quem subiu até ali. E, sob o arbítrio do guardião, essa alma é julgada.  
 
Algumas almas corajosas tentam escalar a montanha impossível, talvez em busca de conhecimento ou iluminação, ou talvez atrás de glória ou para atender outro desejo da alma ao ver seu auge. A subida é quase impossível, e até mesmo para aqueles poucos que, de alguma forma, sobrevivem a chegada ao topo jamais falam sobre o que viram lá. Alguns voltam com uma assombração de olhares vazios em seus olhos, outros mudam completamente, imbuídos de um Aspecto de poder sobrenatural e que vai além da humanidade, com um destino que poucos mortais podem compreender.
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Como qualquer lugar de mito, Targon é um farol para sonhadores, loucos e aventureiros. Uma região montanhosa e escassamente habitada a oeste de Shurima, Targon possui o pico mais alto de Runeterra. Localizado longe da civilização, o Monte Targon é praticamente impossível de alcançar, exceto pelos peregrinos mais determinados, perseguindo algum desejo profundo de alcançar seu cume.
O Monte Targon ergue-se majestoso, uma colossal torre de rochas endurecidas pelo sol, destacando-se como a mais imponente montanha de toda Runeterra. Seus cumes se estendem em uma variedade inigualável, uma visão grandiosa que desafia qualquer escala conhecida no mundo. Imerso em uma distância remota, distante da civilização, o Monte Targon permanece como um desafio intransponível, resistindo aos exploradores menos determinados.  
 
Os poucos resistentes que sobrevivem à árdua jornada até o sopé da montanha titânica encontram um céu cintilante com corpos celestes; o sol e as luas, mas também constelações, planetas, cometas de fogo que riscam a escuridão e arranjos auspiciosos de estrelas.  
 
Eles voltam assombrados e vazios, ou mudados além de todo reconhecimento. As pessoas que vivem na base da montanha acreditam que estes sejam aspectos de seres estelares há muito desaparecidos, criaturas poderosas e antigas em uma escala além da compreensão humana. No entanto, o Monte Targon é simplesmente um caminho para o reino celestial, e seria errado atribuir muita sensibilidade, moral ou preocupações mortais ao que está além da montanha.
 
==O Monte Targon==
O Monte Targon é o pico mais alto e implacável de Runeterra, uma montanha imponente de rocha queimada pelo sol em meio a uma série de cumes incomparáveis ​​em escala em qualquer outro lugar do mundo. Localizado longe da civilização, o Monte Targon é totalmente remoto e quase impossível de alcançar, salvo pelos aventureiros mais determinados.


Muitas lendas se apegam ao Monte Targon, variando de contos de guerreiros em chamas imbuídos de poderes incríveis caindo do céu para lutar contra monstros, a contos fantásticos de deuses e suas moradas celestiais caindo para formar a montanha. Algumas lendas chegam a afirmar que a própria Montanha é um titã adormecido da antiguidade.
Envolto em lendas fascinantes, o Monte Targon é um farol irresistível para sonhadores, visionários e aventureiros em busca de algo além do ordinário. Audaciosos tentam escalar a montanha impossível, impelidos pela busca de conhecimento, iluminação, glória ou pela realização de desejos mais profundos da alma.


Aqui o viajante cansado aprende sobre as tribos, como os Rakkor, que suportaram o clima severo e as terras implacáveis ​​ao redor da montanha por milênios. Todos os povos Rakkor de Targon concordam que a vida e a magia são dádivas dos céus, e os poderes celestiais que ali residem e estão unidos em sua crença de que viver à sombra dessas estruturas ciclópicas de escala monumental é um verdadeiro chamado de poderes misteriosos.  
A escalada desafia a própria essência da possibilidade, e mesmo os raros que conseguem atingir o cume guardam silêncio sobre suas experiências. Alguns retornam com um olhar vazio, assombrados pela jornada, enquanto outros se transformam completamente, transcendendo a humanidade ao serem imbuidos por um Aspecto de poder sobrenatural, com destinos que ultrapassam a compreensão dos mortais.


A origem e o propósito dessas estruturas - se é que essas coisas já tiveram uma - permanecem um mistério, pois os mortais nunca podem realmente conhecer as mentes dos criadores perdidos das estruturas. Muitas religiões encontram raízes ao redor da montanha, mas todas estão em dívida com os Solari, uma fé adoradora do sol cujos princípios dominam a terra, aqueles que seguem a fé Solari tratam aqueles que reverenciam a lua - os Lunari - como hereges vis, que devem ser expulsos ou mortos.
Aqueles que residem aos pés da montanha acreditam que esses transformados são Aspectos, manifestações de seres estelares há muito perdidos. São criaturas antigas e poderosas, cuja escala transcende a compreensão humana. Entretanto, o Monte Targon não é apenas uma montanha; é um portal para o reino celestial. Atribuir muita sensibilidade, moralidade ou preocupações mundanas ao que reside além da montanha seria um equívoco, pois transcende a compreensão humana.


Algumas almas corajosas tentam escalar a montanha impossível, talvez buscando sabedoria ou iluminação, talvez perseguindo a glória ou algum anseio profundo de ver seu cume. Os moradores na base do pico aplaudem quando essas bravas almas começam sua ascensão, sabendo que a montanha achará a grande maioria deles indigna. E ser julgado indigno pelo Monte Targon é morrer.
== O Monte Targon ==
Muitas lendas envolvem o Monte Targon, desde contos épicos de guerreiros flamejantes imbuídos de poderes divinos que caem dos céus para enfrentar monstros, até narrativas fantásticas sobre deuses e suas moradas celestiais que caem para formar a própria montanha. Algumas lendas chegam a afirmar que a Montanha é um titã adormecido da antiguidade.


Os flancos escarpados da montanha e as condições traiçoeiras de suas altas encostas tornam incrivelmente difícil escalar. Suas rochas estão repletas de corpos contorcidos daqueles que tentaram e falharam. A subida é quase impossível, um teste exaustivo de todas as facetas da força, caráter, determinação, força de vontade e determinação de um alpinista.  
Aqui, o viajante exausto absorve as histórias das tribos, como os Rakkor, que resistiram ao clima severo e às terras impiedosas ao redor da montanha por milênios. Todos os povos Rakkor de Targon acreditam que a vida e a magia são presentes dos céus, e os poderes celestiais que residem ali estão unidos em sua crença de que viver à sombra dessas estruturas ciclópicas de escala monumental é um verdadeiro chamado de forças misteriosas.


Alguns alpinistas sobem por semanas ou meses, outros por apenas um dia, pois a montanha está em constante mudança. E mesmo para aqueles poucos resistentes que de alguma forma sobrevivem para chegar ao topo, o teste ainda não acabou. Alguns que abrem caminho até o cume o fazem apenas para encontrá-lo totalmente vazio, uma extensão abandonada de ruínas e esculturas desbotadas além da compreensão humana.
A origem e o propósito dessas estruturas, se é que já tiveram algum, permanecem um mistério, pois os mortais nunca podem verdadeiramente compreender as mentes dos criadores perdidos das estruturas. Muitas religiões florescem ao redor da montanha, mas todas estão submetidas aos Solari, uma fé devota ao sol cujos princípios dominam a terra, enquanto aqueles que seguem a fé Solari consideram os Lunari, que reverenciam a lua, como hereges vis a serem expulsos ou mortos.


Para um punhado de outros, no entanto, diz-se que o cume é velado por uma cascata de luz cintilante, através da qual maravilhas e vistas distantes podem ser vislumbradas, as visões desconcertantes e tentadoras de um domínio mítico além. Apesar de atingir seu objetivo de alcançar o cume, a maioria falha neste último teste, afastando-se com medo desse reino desumano. Dos poucos que continuam, a maioria nunca retorna, enquanto outros podem reaparecer minutos, anos ou mesmo séculos depois.
Almas destemidas buscam escalar a montanha impossível, talvez em busca de sabedoria, iluminação, glória ou para satisfazer um anseio profundo de contemplar seu cume. Os moradores na base do pico observam com aplausos quando essas almas corajosas começam sua ascensão, sabendo que a montanha julgará a grande maioria delas como indignas. Ser considerado indigno pelo Monte Targon é equivalente à morte.


Apenas uma coisa é certa - aqueles que retornam são transformados além de todo reconhecimento.
Os flancos íngremes da montanha e as condições traiçoeiras de suas altas encostas tornam a escalada incrivelmente desafiadora. As rochas estão marcadas pelos corpos daqueles que tentaram e falharam, contorcidos em suas tentativas. A subida é quase impossível, um teste exaustivo que avalia todas as facetas da força, caráter, determinação, força de vontade e persistência de um alpinista. Alguns dedicam semanas ou meses à escalada, enquanto outros se aventuram por apenas um dia, pois a montanha está em constante mudança.


==A Escalada==
Mesmo para os poucos resistentes que de alguma forma sobrevivem para alcançar o cume, o teste ainda não está concluído. Alguns, ao atingirem o topo, encontram-no desolado, uma extensão abandonada de ruínas e esculturas desbotadas além da compreensão humana. Para um punhado seleto, diz-se que o cume é envolto por uma cascata de luz cintilante, através da qual maravilhas e vistas distantes podem ser vislumbradas. As visões são desconcertantes e tentadoras, revelando um domínio mítico além.
Os Rakkor veem a subida como um teste não apenas de força e resiliência, mas de espírito e alma, pois os alpinistas encontram visões que os distraem de sua subida. Alguns se mostram benevolentes, levando alpinistas perdidos ao caminho mais seguro durante uma tempestade de neve ou ajudando os exaustos a subir mais uma vez.  


Alguns alpinistas encontram visões divinas e testes de caráter e fé. Eles podem encontrar imagens fantasmagóricas de entes queridos que devem abandonar nas encostas para continuar sua busca, ou personificações de seus medos mais profundos. Outros lutam contra bestas grotescas incrustadas em gelo com dentes de pedra afiada.  
Apesar de alcançar o objetivo de chegar ao cume, a maioria falha no último teste, afastando-se com medo do reino desumano que se estende além. Dos poucos que persistem, a maioria nunca retorna, enquanto outros podem reaparecer minutos, anos ou mesmo séculos depois, trazendo consigo as marcas inconfundíveis de uma jornada além da compreensão mortal.


Aqueles que sobrevivem à escalada descrevem noites amargas passadas abrigando-se do frio implacável, onde afirmam testemunhar estranhas visões de figuras etéreas. Os elementos mais perigosos da escalada não são o clima, mas a maneira como ela testa o próprio caráter de cada alpinista.
== A Escalada ==
Para os Rakkor, a subida é mais do que um teste de força e resiliência; é uma provação de espírito e alma, onde os alpinistas se deparam com visões que os desviam de sua jornada. Algumas dessas visões se revelam benevolentes, guiando os perdidos durante uma tempestade de neve ou impulsionando os exaustos a seguir adiante.  


Quase todos os que sobrevivem para chegar ao pico de Targon não veem nada além de um pináculo vazio e rochoso. No evento extraordinariamente raro em que os Aspectos escolhem um herói digno para atuar como seu receptáculo mortal, diz-se que o próprio ar brilha com poeira estelar quando um portal se abre no topo da montanha. Alguns dizem que o fraco fantasma de uma cidade brilhante de prata e ouro é apenas visível além do véu, e a luz divina brilha em cores vivas e brilhantes enquanto um ser celestial desce de Targon.
Outros alpinistas encontram visões divinas que testam seu caráter e fé, confrontando imagens fantasmagóricas de entes queridos que devem ser abandonados nas encostas para prosseguir na busca ou enfrentando personificações de seus medos mais profundos. Bestas grotescas, com dentes de pedra afiados e cravadas no gelo, desafiam aqueles que ousam a escalada.


==Os Aspectos==
À medida que os sobreviventes atingem o topo de Targon, descrevem noites amargas enfrentando o frio inclemente, onde afirmam testemunhar estranhas visões de figuras etéreas. Os elementos mais perigosos da escalada não são apenas o clima hostil, mas a forma como a jornada testa o caráter intrínseco de cada alpinista.
Os Aspectos são seres estelares que vivem além dos reinos físico e espiritual de Runeterra no reino cósmico de Targon. Esses seres incorporam conceitos e magias celestes. Eles são capazes de se fundir com os mortais, ascendê-los, tornando-os seus hospedeiros com os quais são capazes de atravessar e/ ou interagir com o plano mortal com relativa eficiência.


Como criadores de todas as Hostes de Aspectos e dos Deuses-Guerreiros, os Aspectos moldaram o destino do mundo em eras passadas.
Quase todos que conseguem alcançar o cume de Targon se deparam com um pináculo rochoso e aparentemente vazio. No evento extraordinariamente raro em que os Celestiais escolhem um herói digno para servir como seu receptáculo mortal, diz-se que o próprio ar brilha com poeira estelar, abrindo um portal no topo da montanha. Alguns afirmam vislumbrar o fraco fantasma de uma cidade brilhante, feita de prata e ouro, além do véu, enquanto a luz divina resplandece em cores vivas e brilhantes, anunciando a descida de um ser celestial de Targon.


==O Povo Rakkor==
=== Os Celestiais ===
Um nome que se acredita-se significar “a Tribo do Último Sol”, as tribos Rakkor possuem muitos artesãos e comerciantes habilidosos - no entanto, eles tendem a valorizar uma vida simples de humildade e oração aos céus.
Esses seres estelares residem além dos domínios físico e espiritual de Runeterra, no reino cósmico de Targon. Encarnando conceitos e magias celestiais, possuem a capacidade única de se unir aos mortais, elevando-os a um estado de ascensão. Ao fazer isso, transformam-nos em seus hospedeiros, por meio dos quais conseguem transitar e interagir com o plano mortal de maneira eficiente.


Ganhando a vida com plantas da montanha e seus preciosos rebanhos, a tribo Rakkor vive nos limites da resistência humana, aprimorando suas habilidades de guerreiro para lutar a guerra no fim do mundo. Seu povo acredita que muitos mundos existiram antes deste, cada um dos quais foi destruído por uma grande catástrofe. Seus videntes ensinam que quando este sol for destruído não haverá mais, então seus guerreiros devem estar prontos para lutar contra aqueles que procuram extinguir sua luz.
O indivíduo que serve como hospedeiro para um Celestial é chamado de Aspecto, tornando-se uma criatura dotada de imenso poder. Embora alguns Celestiais dominem completamente a mente de seus hospedeiros, a maioria prefere preservar a personalidade única de seus Aspectos.


Os sacerdotes Rakkor ensinam que quando seu sol for destruído, tudo diminuirá na escuridão, então seus guerreiros devem estar prontos para lutar contra aqueles que procuram extinguir sua luz. Para os Rakkor, a batalha é um ato de devoção, uma oferenda para manter a luz do sol brilhando. Espera-se que todos os membros da tribo lutem e matem sem piedade ou hesitação. Os guerreiros Rakkor são treinados não apenas para serem tão letais com as próprias mãos quanto os artistas marciais mais capazes, mas também para empunhar ferozmente as muitas armas relíquias da tribo.
== O Povo Rakkor ==
Na língua ancestral que ecoa entre as brisas frias das altas montanhas, "Rakkor" ressoa como "a Tribo do Último Sol". Nesse reino de artesãos talentosos e comerciantes habilidosos, a simplicidade da vida encontra seu ápice em humildes gestos de devoção aos céus.


Enquanto quase todos os Rakkor adoram o sol, aqueles que dedicam suas vidas à religião são conhecidos como Solari. Aqueles conhecidos como Lunari adoram secretamente a luz da lua. Eles mantêm suas crenças escondidas dos Solari, que os superam em número e os vêem como hereges perigosos.
Os Rakkor extraem a subsistência das plantas corajosas que desafiam a altitude e dos preciosos rebanhos que pastam nas encostas da montanha. Vivendo nos limites da resistência humana, eles refinam suas habilidades de guerreiro como preparativo para a iminente guerra no crepúsculo do mundo. Na cosmovisão desta tribo, muitos mundos existiram antes deste, cada um sucumbindo a uma catástrofe avassaladora. A sabedoria transmitida por seus videntes preconiza que, quando o sol atual for eclipsado pela destruição, não haverá mais luz; assim, seus guerreiros devem estar prontos para confrontar aqueles que buscam extinguir esse derradeiro brilho.


==Sol e Lua==
Para os Rakkor, a batalha é um ato sagrado, uma oferenda para manter viva a chama solar. Os sacerdotes da tribo instruem que, quando o sol for destruído, as trevas se espalharão, e, portanto, seus guerreiros devem erguer-se contra qualquer força que busque apagar essa luminosidade. É esperado que cada membro da tribo abrace o combate, lutando com crueldade desprovida de piedade ou hesitação. Os guerreiros Rakkor são moldados para serem tão letais com suas próprias mãos quanto os mestres das artes marciais e para brandir com feroz destemor as relíquias ancestrais que definem a tribo.
Como a seita religiosa dominante no Monte Targon, os Solari acreditam que o sol é a fonte de toda a vida – todas as outras fontes de luz são falsas e uma ameaça ao futuro de seu povo. Os discípulos são guiados nas restrições de sua fé pelos sacerdotes do templo.


Os Ra'Horak - um título Rakkor que significa Seguidores do Horizonte - aprimoraram suas habilidades já temíveis com uma lâmina em algo sublime. Como guerreiros de elite dos Solari, eles praticam por anos sob as condições mais severas. Acreditam-se abençoados com a força e a virilidade do sol, treinam-se para serem menos suscetíveis ao frio.  
Enquanto a maioria dos Rakkor presta veneração direta ao sol, aqueles que dedicam suas vidas à religião são designados como Solari. Em contrapartida, existem os Lunari, que secretamente adoram a luz da lua. Estes últimos mantêm suas crenças ocultas dos Solari, uma minoria que os supera em número e os enxerga como perigosos hereges. O equilíbrio delicado entre essas duas facções persiste, carregando consigo uma tensão silenciosa nos recantos sombreados da tribo.


Segundo a lenda, os Solari foram formados por um guerreiro que podia invocar o poder bruto do sol sobre seus inimigos em combate. Eles reivindicaram o cume do Monte Targon, o ponto em Runeterra mais próximo do sol, por sua devoção solar, uma tradição que gerações de Solari preservaram até hoje.
== Sol e Lua ==
Nas imponentes alturas do Monte Targon, onde o sol é cultuado como o fio vital de toda existência, os Solari, uma seita religiosa que ergue seu templo nas alturas, sustentam a crença de que a luz solar é a única fonte verdadeira de vida, considerando qualquer outra luz uma ameaça ao destino de seu povo. Nesse reduto de fé, os devotos são orientados pelos sacerdotes do templo, que delineiam as restrições dessa crença inabalável.


Embora mantenham sua reverência, nenhum outro guerreiro possuía os dons do fundador – até Leona, a Alvorada Radiante. Os anciões Solari reivindicaram Leona da tribo Rakkor e ajudaram a focar suas habilidades. Com sua perseguição à herege Diana no pico do Monte Targon, ela foi imbuída de poder aterrorizante e conhecimento esquecido desde as primeiras épocas do mundo. Sua armadura e armas queimaram em cinzas no fogo cósmico e, por sua vez, renasceram como uma armadura ornamentada, um escudo de luz do sol forjado em ouro e uma espada de luz do amanhecer acorrentada.
Os Ra'Horak, designados como "Seguidores do Horizonte" na língua Rakkor, são os guerreiros de elite dos Solari, e suas habilidades com a lâmina transcendem a maestria comum. Aprimorando suas já formidáveis habilidades sob condições severas, esses combatentes creem serem abençoados com a força e a virilidade do próprio sol, treinando para resistir ao frio impiedoso que muitas vezes abraça as altitudes de Targon.


Escribas e acólitos às vezes passam os meses de inverno abrigados no calor relativo dos templos Solari, realizando rituais divinos para invocar o poder do sol e mapear os movimentos das estrelas. Durante os tempos de conflito, um sacerdote Solari pode meditar no santuário mais distante por semanas sem comida ou água, subsistindo apenas no sustento divino do sol, a fonte de toda a vida.
A lenda conta que os Solari foram forjados por um guerreiro capaz de invocar o poder fulminante do sol contra seus oponentes. Eles reivindicaram o cume do Monte Targon, o ponto mais próximo do sol em Runeterra, como sua morada, uma tradição que perdura ao longo das gerações.


os Lunari, marcados pelos Solari como hereges, adoram a luz prateada da lua. Eles praticam suas crenças em segredo, escondendo-se daqueles que procuram livrar Targon de sua influência para sempre – embora alguns afirmem que, há muito tempo, os dois grupos viviam em paz, adorando os céus como um só povo.
Escribas e acólitos buscam abrigo nos templos Solari durante os meses de inverno, dedicando-se a rituais divinos para invocar o poder do sol e mapear os intricados movimentos estelares. Nos períodos de conflito, os sacerdotes Solari podem meditar por semanas no santuário mais remoto, subsistindo apenas com o sustento divino do sol, a fonte primordial de toda vida.


Os Lunari mapeiam os movimentos celestes para adivinhar o futuro. Certas sacerdotisas usam colares de luar espelhados, acreditando que os reflexos podem revelar verdades ainda maiores. Alguns videntes Lunari fecham seus olhos durante o dia, treinando seus olhos para ver apenas na escuridão - pois somente sob a pura luz da lua a verdade é revelada.
Em contrapartida, os Lunari, rotulados como hereges pelos Solari, adoram a luz prateada da lua em segredo. Praticando suas crenças às escondidas, os Lunari buscam refúgio daqueles que pretendem erradicar sua influência de Targon para sempre. Há quem afirme que, em tempos remotos, os dois grupos coexistiam pacificamente, reverenciando os céus como um só povo.


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Os Lunari dedicam-se a mapear os movimentos celestes em busca de vislumbres do futuro, alguns utilizando colares de luar para refletir verdades mais profundas. Certos videntes Lunari, fechando os olhos sob a luz do dia, treinam-se para enxergar apenas na escuridão, pois é sob a luz pura da lua que a verdade se revela.

Edição atual tal como às 17h18min de 14 de fevereiro de 2025

Diante do portão do Reino Celestial é possível encontrar o guardião cristalino de Targon. Muitas coisas se esvaem na presença dele: esperança, dúvida, medo. Suas provações acabam com preocupações mortais e revelam completamente a essência da alma de quem subiu até ali. E, sob o arbítrio do guardião, essa alma é julgada.

O Monte Targon ergue-se majestoso, uma colossal torre de rochas endurecidas pelo sol, destacando-se como a mais imponente montanha de toda Runeterra. Seus cumes se estendem em uma variedade inigualável, uma visão grandiosa que desafia qualquer escala conhecida no mundo. Imerso em uma distância remota, distante da civilização, o Monte Targon permanece como um desafio intransponível, resistindo aos exploradores menos determinados.

Envolto em lendas fascinantes, o Monte Targon é um farol irresistível para sonhadores, visionários e aventureiros em busca de algo além do ordinário. Audaciosos tentam escalar a montanha impossível, impelidos pela busca de conhecimento, iluminação, glória ou pela realização de desejos mais profundos da alma.

A escalada desafia a própria essência da possibilidade, e mesmo os raros que conseguem atingir o cume guardam silêncio sobre suas experiências. Alguns retornam com um olhar vazio, assombrados pela jornada, enquanto outros se transformam completamente, transcendendo a humanidade ao serem imbuidos por um Aspecto de poder sobrenatural, com destinos que ultrapassam a compreensão dos mortais.

Aqueles que residem aos pés da montanha acreditam que esses transformados são Aspectos, manifestações de seres estelares há muito perdidos. São criaturas antigas e poderosas, cuja escala transcende a compreensão humana. Entretanto, o Monte Targon não é apenas uma montanha; é um portal para o reino celestial. Atribuir muita sensibilidade, moralidade ou preocupações mundanas ao que reside além da montanha seria um equívoco, pois transcende a compreensão humana.

O Monte Targon

Muitas lendas envolvem o Monte Targon, desde contos épicos de guerreiros flamejantes imbuídos de poderes divinos que caem dos céus para enfrentar monstros, até narrativas fantásticas sobre deuses e suas moradas celestiais que caem para formar a própria montanha. Algumas lendas chegam a afirmar que a Montanha é um titã adormecido da antiguidade.

Aqui, o viajante exausto absorve as histórias das tribos, como os Rakkor, que resistiram ao clima severo e às terras impiedosas ao redor da montanha por milênios. Todos os povos Rakkor de Targon acreditam que a vida e a magia são presentes dos céus, e os poderes celestiais que residem ali estão unidos em sua crença de que viver à sombra dessas estruturas ciclópicas de escala monumental é um verdadeiro chamado de forças misteriosas.

A origem e o propósito dessas estruturas, se é que já tiveram algum, permanecem um mistério, pois os mortais nunca podem verdadeiramente compreender as mentes dos criadores perdidos das estruturas. Muitas religiões florescem ao redor da montanha, mas todas estão submetidas aos Solari, uma fé devota ao sol cujos princípios dominam a terra, enquanto aqueles que seguem a fé Solari consideram os Lunari, que reverenciam a lua, como hereges vis a serem expulsos ou mortos.

Almas destemidas buscam escalar a montanha impossível, talvez em busca de sabedoria, iluminação, glória ou para satisfazer um anseio profundo de contemplar seu cume. Os moradores na base do pico observam com aplausos quando essas almas corajosas começam sua ascensão, sabendo que a montanha julgará a grande maioria delas como indignas. Ser considerado indigno pelo Monte Targon é equivalente à morte.

Os flancos íngremes da montanha e as condições traiçoeiras de suas altas encostas tornam a escalada incrivelmente desafiadora. As rochas estão marcadas pelos corpos daqueles que tentaram e falharam, contorcidos em suas tentativas. A subida é quase impossível, um teste exaustivo que avalia todas as facetas da força, caráter, determinação, força de vontade e persistência de um alpinista. Alguns dedicam semanas ou meses à escalada, enquanto outros se aventuram por apenas um dia, pois a montanha está em constante mudança.

Mesmo para os poucos resistentes que de alguma forma sobrevivem para alcançar o cume, o teste ainda não está concluído. Alguns, ao atingirem o topo, encontram-no desolado, uma extensão abandonada de ruínas e esculturas desbotadas além da compreensão humana. Para um punhado seleto, diz-se que o cume é envolto por uma cascata de luz cintilante, através da qual maravilhas e vistas distantes podem ser vislumbradas. As visões são desconcertantes e tentadoras, revelando um domínio mítico além.

Apesar de alcançar o objetivo de chegar ao cume, a maioria falha no último teste, afastando-se com medo do reino desumano que se estende além. Dos poucos que persistem, a maioria nunca retorna, enquanto outros podem reaparecer minutos, anos ou mesmo séculos depois, trazendo consigo as marcas inconfundíveis de uma jornada além da compreensão mortal.

A Escalada

Para os Rakkor, a subida é mais do que um teste de força e resiliência; é uma provação de espírito e alma, onde os alpinistas se deparam com visões que os desviam de sua jornada. Algumas dessas visões se revelam benevolentes, guiando os perdidos durante uma tempestade de neve ou impulsionando os exaustos a seguir adiante.

Outros alpinistas encontram visões divinas que testam seu caráter e fé, confrontando imagens fantasmagóricas de entes queridos que devem ser abandonados nas encostas para prosseguir na busca ou enfrentando personificações de seus medos mais profundos. Bestas grotescas, com dentes de pedra afiados e cravadas no gelo, desafiam aqueles que ousam a escalada.

À medida que os sobreviventes atingem o topo de Targon, descrevem noites amargas enfrentando o frio inclemente, onde afirmam testemunhar estranhas visões de figuras etéreas. Os elementos mais perigosos da escalada não são apenas o clima hostil, mas a forma como a jornada testa o caráter intrínseco de cada alpinista.

Quase todos que conseguem alcançar o cume de Targon se deparam com um pináculo rochoso e aparentemente vazio. No evento extraordinariamente raro em que os Celestiais escolhem um herói digno para servir como seu receptáculo mortal, diz-se que o próprio ar brilha com poeira estelar, abrindo um portal no topo da montanha. Alguns afirmam vislumbrar o fraco fantasma de uma cidade brilhante, feita de prata e ouro, além do véu, enquanto a luz divina resplandece em cores vivas e brilhantes, anunciando a descida de um ser celestial de Targon.

Os Celestiais

Esses seres estelares residem além dos domínios físico e espiritual de Runeterra, no reino cósmico de Targon. Encarnando conceitos e magias celestiais, possuem a capacidade única de se unir aos mortais, elevando-os a um estado de ascensão. Ao fazer isso, transformam-nos em seus hospedeiros, por meio dos quais conseguem transitar e interagir com o plano mortal de maneira eficiente.

O indivíduo que serve como hospedeiro para um Celestial é chamado de Aspecto, tornando-se uma criatura dotada de imenso poder. Embora alguns Celestiais dominem completamente a mente de seus hospedeiros, a maioria prefere preservar a personalidade única de seus Aspectos.

O Povo Rakkor

Na língua ancestral que ecoa entre as brisas frias das altas montanhas, "Rakkor" ressoa como "a Tribo do Último Sol". Nesse reino de artesãos talentosos e comerciantes habilidosos, a simplicidade da vida encontra seu ápice em humildes gestos de devoção aos céus.

Os Rakkor extraem a subsistência das plantas corajosas que desafiam a altitude e dos preciosos rebanhos que pastam nas encostas da montanha. Vivendo nos limites da resistência humana, eles refinam suas habilidades de guerreiro como preparativo para a iminente guerra no crepúsculo do mundo. Na cosmovisão desta tribo, muitos mundos existiram antes deste, cada um sucumbindo a uma catástrofe avassaladora. A sabedoria transmitida por seus videntes preconiza que, quando o sol atual for eclipsado pela destruição, não haverá mais luz; assim, seus guerreiros devem estar prontos para confrontar aqueles que buscam extinguir esse derradeiro brilho.

Para os Rakkor, a batalha é um ato sagrado, uma oferenda para manter viva a chama solar. Os sacerdotes da tribo instruem que, quando o sol for destruído, as trevas se espalharão, e, portanto, seus guerreiros devem erguer-se contra qualquer força que busque apagar essa luminosidade. É esperado que cada membro da tribo abrace o combate, lutando com crueldade desprovida de piedade ou hesitação. Os guerreiros Rakkor são moldados para serem tão letais com suas próprias mãos quanto os mestres das artes marciais e para brandir com feroz destemor as relíquias ancestrais que definem a tribo.

Enquanto a maioria dos Rakkor presta veneração direta ao sol, aqueles que dedicam suas vidas à religião são designados como Solari. Em contrapartida, existem os Lunari, que secretamente adoram a luz da lua. Estes últimos mantêm suas crenças ocultas dos Solari, uma minoria que os supera em número e os enxerga como perigosos hereges. O equilíbrio delicado entre essas duas facções persiste, carregando consigo uma tensão silenciosa nos recantos sombreados da tribo.

Sol e Lua

Nas imponentes alturas do Monte Targon, onde o sol é cultuado como o fio vital de toda existência, os Solari, uma seita religiosa que ergue seu templo nas alturas, sustentam a crença de que a luz solar é a única fonte verdadeira de vida, considerando qualquer outra luz uma ameaça ao destino de seu povo. Nesse reduto de fé, os devotos são orientados pelos sacerdotes do templo, que delineiam as restrições dessa crença inabalável.

Os Ra'Horak, designados como "Seguidores do Horizonte" na língua Rakkor, são os guerreiros de elite dos Solari, e suas habilidades com a lâmina transcendem a maestria comum. Aprimorando suas já formidáveis habilidades sob condições severas, esses combatentes creem serem abençoados com a força e a virilidade do próprio sol, treinando para resistir ao frio impiedoso que muitas vezes abraça as altitudes de Targon.

A lenda conta que os Solari foram forjados por um guerreiro capaz de invocar o poder fulminante do sol contra seus oponentes. Eles reivindicaram o cume do Monte Targon, o ponto mais próximo do sol em Runeterra, como sua morada, uma tradição que perdura ao longo das gerações.

Escribas e acólitos buscam abrigo nos templos Solari durante os meses de inverno, dedicando-se a rituais divinos para invocar o poder do sol e mapear os intricados movimentos estelares. Nos períodos de conflito, os sacerdotes Solari podem meditar por semanas no santuário mais remoto, subsistindo apenas com o sustento divino do sol, a fonte primordial de toda vida.

Em contrapartida, os Lunari, rotulados como hereges pelos Solari, adoram a luz prateada da lua em segredo. Praticando suas crenças às escondidas, os Lunari buscam refúgio daqueles que pretendem erradicar sua influência de Targon para sempre. Há quem afirme que, em tempos remotos, os dois grupos coexistiam pacificamente, reverenciando os céus como um só povo.

Os Lunari dedicam-se a mapear os movimentos celestes em busca de vislumbres do futuro, alguns utilizando colares de luar para refletir verdades mais profundas. Certos videntes Lunari, fechando os olhos sob a luz do dia, treinam-se para enxergar apenas na escuridão, pois é sob a luz pura da lua que a verdade se revela.