Mais ações
Sem resumo de edição |
Sem resumo de edição |
||
| Linha 1: | Linha 1: | ||
{{PAGEBANNER:Azupora-banner.png|link=}} | {{PAGEBANNER:Azupora-banner.png|link=}} | ||
{{NavegadorRnc|home=Santangelo|home-img=Logo-Santangelo.png|anterior= | {{NavegadorRnc|home=Santangelo|home-img=Logo-Santangelo.png|anterior=Aparição|proxima=Azakanas}}''"Montanhas que andam, pedras que rugem. Alguns chamam de milagre, outros de maldição. Eu só sei que quando vi aquele gigante de pedra se mover, fiquei grato por ele não ter olhado para mim."'' | ||
— Trecho do diário de um peregrino de Targon | — Trecho do diário de um peregrino de Targon | ||
Edição das 16h39min de 21 de novembro de 2024
"Montanhas que andam, pedras que rugem. Alguns chamam de milagre, outros de maldição. Eu só sei que quando vi aquele gigante de pedra se mover, fiquei grato por ele não ter olhado para mim."
— Trecho do diário de um peregrino de Targon
O Azuporã é uma das maravilhas naturais — e perigosas — de Runeterra, uma criatura formada nas profundezas mágicas de Targon. Embora sua aparência remeta a um golem de pedra, ele é algo muito mais singular. Esses seres não são criados por mãos humanas ou feitiçaria, mas nascem de núcleos densos de mana que se condensam e infundem vida nas pedras ao seu redor. Esse processo só ocorre em locais onde a magia é excepcionalmente pura e poderosa, como as montanhas de Targon, onde a energia celestial molda o mundo de maneiras únicas.
O Azuporã tem uma forma colossal e humanoide, seu corpo composto por rochas irregulares e compactadas. Algumas dessas pedras brilham levemente, como se estivessem imbuídas de energia celestial, enquanto outras são mais opacas, reforçando sua aparência bruta e sólida. No centro de seu peito, uma luz intensa e pulsante marca a presença de seu núcleo mágico, a verdadeira fonte de sua vida. O núcleo não é apenas o coração da criatura, mas também a razão de sua resistência sobrenatural: ele emana uma energia que mantém as pedras firmemente unidas, tornando o Azuporã quase impenetrável a golpes físicos.
Apesar de sua aparência imponente, o Azuporã não é naturalmente agressivo. Ele se move com uma lentidão digna de montanhas vivas, percorrendo caminhos que parecem predeterminados por forças que ninguém compreende completamente. No entanto, sua natureza pacífica não deve ser confundida com passividade: se ameaçado ou se seu núcleo for alvo de interesse, o Azuporã é capaz de reagir com uma força avassaladora. Suas mãos rochosas esmagam como martelos, e seus passos podem causar tremores que derrubam inimigos próximos.
A criação do Azuporã é intrinsecamente ligada à magia celestial de Targon. Alguns estudiosos acreditam que essas criaturas servem a um propósito maior, talvez como guardiões naturais dos caminhos que levam ao Pico Imortal ou como manifestações da própria essência da montanha. Os peregrinos que tentam escalar Targon muitas vezes relatam ter visto Azuporãs à distância, movendo-se lentamente como se em patrulha. Há histórias de viajantes que foram salvos por essas criaturas, protegidos de avalanches ou predadores, mas também de grupos inteiros que desapareceram após desrespeitar a montanha ou tentar explorar o núcleo de um Azuporã.
A Região Protegida
Uma área protegida por um Azuporã pode ser encontrada em qualquer lugar, desde as florestas mais inóspitas de Ionia, quanto em pequenas vilas de Demacia ou até mesmo em algum lugar ancestral no grande deserto de Shurima.
Aqueles que possuem conhecimento sobre essas criaturas, sabem que não se deve mexer com o que um Azuporã está protegendo, mas ainda existem aqueles curiosos demais ou até mesmo tolos que desejam o tesouro protegido.
Covil
Um Covil de Azuporã pode ser encontrado em qualquer lugar de Runeterra. São característicos por possuírem uma formação rochosa que se estende por quilômetros de distância.
Você pode facilmente identificar um covil sentindo a energia arcana que flui pelo solo através de um teste de Arcanismo CD 10.
Ações de Covil
No valor de iniciativa 20 (quebrando toda a sequência de iniciativa), o Azuporã rola um d20. Em um resultado 13 ou superior, o Azuporã realiza uma ação de covil fazendo um dos efeitos a seguir. Ele não pode usar o mesmo efeito em duas rodadas consecutivas:
- Exaurir Energia. Toda criatura viva num raio de 60 feet a partir do Azuporã deve fazer uma salvaguarda de Constituição CD 15, em uma falha recebem 1 nível de exaustão.
- Mísseis Arcanos. 6 Mísseis arcanos são disparados aleatoriamente entre as criaturas invasoras.
- Restaurar Energia. Se estiver com pouca vida, o Azuporã pode roubar a energia dos Azuporins para se curar em 30 (10d6) pontos de vida. Ao fazer isso o Azuporin é destruído.
Recompensas
As recompensas de um covil de Azuporã podem conter diversos tesouros, desde armas e armaduras até uma quantia generosa de ouro. Normalmente, por serem golens de pedra criados por alguém, eles podem ser protetores de algum item mágico poderoso.
Cada Azuporã pode dar um número limitado de recursos para criação de itens, role 1d4 para saber quantos tipos de itens ele fornecerá ou converse com seu mestre.
Placa de pedra. Cada Azuporã pode dar até 3d6 placas de pedra, enquanto Azuporins podem dar até 2d4 placas para criação de itens. É necessário um teste de Prestidigitação CD 16 para removê-las sem danificá-las
Núcleo Arcano. Cada Azuporã e Azuporin possui apenas um Núcleo Arcano para a fabricação de itens. É necessário um teste de Prestidigitação CD 20 para removê-lo sem danificá-lo.
Fabricação de Itens
Cada um dos materiais removidos do corpo de uma dessas criaturas pode ser utilizado de uma maneira diferente.
Cabos de Armas. As placas de pedras dessas criaturas podem ser utilizadas para criar cabos resistentes e poderosos para suas armas. Uma arma que possua um cabo feito da Placa de Pedra dessas criaturas recebe +1 em suas rolagens de acerto. É necessário que se utilize o ofício de Pedreiro para a fabricação desses cabos.
Escudos. As placas de pedras dessas criaturas podem ser utilizadas para criar escudos resistentes. Qualquer escudo criado com uma Placa de Pedra dessas criaturas recebe +1 em sua CA. É necessário que se utilize o ofício de Pedreiro para a fabricação desses escudos.
Orbes Mágicas. Seu núcleo pode ser utilizado como orbes que canalizam magia. Esses Orbes possuem 5 cargas, você pode gastar 1 carga para conjurar a magia Mísseis Arcanos. Quando as cargas chegarem a 0, o núcleo é destruído.
Blocos de Estatísticas do Azuporã
Abaixo está o bloco de estatísticas do Azuporã

| Azuporã Construto Grande, neutro | |||||
| Classe de armadura: 16 (Armadura Natural) Pontos de Vida: 243 (18d10 + 144) Deslocamento: 20 pés | |||||
| FOR 19 (+4) |
DES 7 (-2) |
CON 26 (+8) |
INT 9 (-1) |
SAB 17 (+3) |
CAR 13 (+1) |
| Salvaguarda: Constituição +13 Perícias: Intimidação +6, Percepção +8 Sentidos: Percepção passiva 18, visão às cegas 10 pés Resistência a dano: Radiante Imunidade a dano: Cortante, perfurante e necrótico Imunidade a condição: Cego, Surdo, Exausto Idiomas: O idioma de seu criador Nível de Desafio: 9 (5000 XP) | |||||
| Conjuração inata. O atributo de conjuração de um Azuporã é Sabedoria (CD de salvaguarda de magia 15, +7 para atingir com ataques de magia). Ele pode conjurar, inatamente, as seguintes magias, sem necessidade de componentes materiais:
À vontade: Raio de Gelo | |||||
| Ações | |||||
| Ataques Múltiplos. O azuporã realiza dois ataques de pancada. Se ambos os ataques atingirem um alvo Médio ou menor, o alvo estará Caído (salvaguarda de Destreza CD 16 para desviar). Pancada. Arma de Combate Corpo a Corpo: +8 para atingir, alcance 5 pés, um alvo. Acerto: 16 (3d8 + 4) de dano contundente. | |||||
| Runas | |||||
| Pulso Rúnico. Sorvedor de Mana Poder Rúnico. Conjuração Fortalecida completa | |||||