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A criação do Azuporã é intrinsecamente ligada à magia celestial de Targon. Alguns estudiosos acreditam que essas criaturas servem a um propósito maior, talvez como guardiões naturais dos caminhos que levam ao Pico Imortal ou como manifestações da própria essência da montanha. Os peregrinos que tentam escalar Targon muitas vezes relatam ter visto Azuporãs à distância, movendo-se lentamente como se em patrulha. Há histórias de viajantes que foram salvos por essas criaturas, protegidos de avalanches ou predadores, mas também de grupos inteiros que desapareceram após desrespeitar a montanha ou tentar explorar o núcleo de um Azuporã. | A criação do Azuporã é intrinsecamente ligada à magia celestial de Targon. Alguns estudiosos acreditam que essas criaturas servem a um propósito maior, talvez como guardiões naturais dos caminhos que levam ao Pico Imortal ou como manifestações da própria essência da montanha. Os peregrinos que tentam escalar Targon muitas vezes relatam ter visto Azuporãs à distância, movendo-se lentamente como se em patrulha. Há histórias de viajantes que foram salvos por essas criaturas, protegidos de avalanches ou predadores, mas também de grupos inteiros que desapareceram após desrespeitar a montanha ou tentar explorar o núcleo de um Azuporã. | ||
== Blocos de Estatísticas do Azuporã == | == Blocos de Estatísticas do Azuporã == | ||
Abaixo está o bloco de estatísticas do Azuporã | Abaixo está o bloco de estatísticas do Azuporã | ||
Edição das 18h13min de 21 de novembro de 2024
"Montanhas que andam, pedras que rugem. Alguns chamam de milagre, outros de maldição. Eu só sei que quando vi aquele gigante de pedra se mover, fiquei grato por ele não ter olhado para mim."
— Trecho do diário de um peregrino de Targon
O Azuporã é uma das maravilhas naturais — e perigosas — de Runeterra, uma criatura formada nas profundezas mágicas de Targon. Embora sua aparência remeta a um golem de pedra, ele é algo muito mais singular. Esses seres não são criados por mãos humanas ou feitiçaria, mas nascem de núcleos densos de mana que se condensam e infundem vida nas pedras ao seu redor. Esse processo só ocorre em locais onde a magia é excepcionalmente pura e poderosa, como as montanhas de Targon, onde a energia celestial molda o mundo de maneiras únicas.
O Azuporã tem uma forma colossal e humanoide, seu corpo composto por rochas irregulares e compactadas. Algumas dessas pedras brilham levemente, como se estivessem imbuídas de energia celestial, enquanto outras são mais opacas, reforçando sua aparência bruta e sólida. No centro de seu peito, uma luz intensa e pulsante marca a presença de seu núcleo mágico, a verdadeira fonte de sua vida. O núcleo não é apenas o coração da criatura, mas também a razão de sua resistência sobrenatural: ele emana uma energia que mantém as pedras firmemente unidas, tornando o Azuporã quase impenetrável a golpes físicos.
Apesar de sua aparência imponente, o Azuporã não é naturalmente agressivo. Ele se move com uma lentidão digna de montanhas vivas, percorrendo caminhos que parecem predeterminados por forças que ninguém compreende completamente. No entanto, sua natureza pacífica não deve ser confundida com passividade: se ameaçado ou se seu núcleo for alvo de interesse, o Azuporã é capaz de reagir com uma força avassaladora. Suas mãos rochosas esmagam como martelos, e seus passos podem causar tremores que derrubam inimigos próximos.
A criação do Azuporã é intrinsecamente ligada à magia celestial de Targon. Alguns estudiosos acreditam que essas criaturas servem a um propósito maior, talvez como guardiões naturais dos caminhos que levam ao Pico Imortal ou como manifestações da própria essência da montanha. Os peregrinos que tentam escalar Targon muitas vezes relatam ter visto Azuporãs à distância, movendo-se lentamente como se em patrulha. Há histórias de viajantes que foram salvos por essas criaturas, protegidos de avalanches ou predadores, mas também de grupos inteiros que desapareceram após desrespeitar a montanha ou tentar explorar o núcleo de um Azuporã.
Blocos de Estatísticas do Azuporã
Abaixo está o bloco de estatísticas do Azuporã

| Azuporã Construto Grande, neutro | |||||
| Classe de armadura: 16 (Armadura Natural) Pontos de Vida: 243 (18d10 + 144) Deslocamento: 20 pés | |||||
| FOR 19 (+4) |
DES 7 (-2) |
CON 26 (+8) |
INT 9 (-1) |
SAB 17 (+3) |
CAR 13 (+1) |
| Salvaguarda: Constituição +13 Perícias: Intimidação +6, Percepção +8 Sentidos: Percepção passiva 18, visão às cegas 10 pés Resistência a dano: Radiante Imunidade a dano: Cortante, perfurante e necrótico Imunidade a condição: Cego, Surdo, Exausto Idiomas: O idioma de seu criador Nível de Desafio: 9 (5000 XP) | |||||
| Conjuração inata. O atributo de conjuração de um Azuporã é Sabedoria (CD de salvaguarda de magia 15, +7 para atingir com ataques de magia). Ele pode conjurar, inatamente, as seguintes magias, sem necessidade de componentes materiais:
À vontade: Raio de Gelo | |||||
| Ações | |||||
| Ataques Múltiplos. O azuporã realiza dois ataques de pancada. Se ambos os ataques atingirem um alvo Médio ou menor, o alvo estará Caído (salvaguarda de Destreza CD 16 para desviar). Pancada. Arma de Combate Corpo a Corpo: +8 para atingir, alcance 5 pés, um alvo. Acerto: 16 (3d8 + 4) de dano contundente. | |||||
| Runas | |||||
| Pulso Rúnico. Sorvedor de Mana Poder Rúnico. Conjuração Fortalecida completa | |||||